Sonhou a terra e nasceram os poetas. Tantos temas de amor! Tantos profetas! Fala-me de amor poeta, hoje há luar. Há pouco o sol nasceu e me acordou, longo vai ser o dia e ainda não passou. Consumo a claridade que me consome. Resisto.
Sexta-feira, 25 de Maio de 2007
Elevação

 

 

  

Chama-me o vento

Chama-me a chuva

Em sons que eu não entendo.

 

 

Hoje o sol nasceu no meu olhar

Brancas são as nuvens viajantes

Arrebatando o meu corpo rumo ao mar.

 

 

Inexistente sou

Voando tão alto!

                                       Aida Nuno

 


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publicado por criar e ousar às 20:06
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4 comentários:
De Blogadinha a 25 de Maio de 2007 às 20:22
Adorei o post! Renego o seu título...

Como negar a existência perante o testemunho dos sentidos, o turbilhão ofertado pela natureza aos sentimentos...

Voar alto. Voar sempre... com os pés assentes e alma presente. E a vida ganha novos compassos!

Enfim, a liberdade!

Felicidades.


De criar e ousar a 27 de Maio de 2007 às 10:58
Olá amiga!

É curioso é que o verdadeiro título é "Elevação". Ao passar o poema tirei o título dado que é escrito em separado. Depois para não voltar a trás escrevi inexistência...não muito convicta do título.

Foi bom ter escrito. De qualquer maneira por vezes queremos ser inexistentes e conseguimos voando tão alto.

Um abraço,

Aida


De Blogadinha a 27 de Maio de 2007 às 14:13
Olá Aida!

Obrigado pela resposta ao comentário. Relativamente ao poema, confesso que não o conhecia e, não estando o mesmo assinado, julguei-o como sendo da sua autoria (vícios de bloguista, já que foi a opção tomada para o meu blog...).

Não desfazendo da sua alternativa ao título do mesmo, o original vai contudo, ao encontro da essência do meu comentário! Perante um cenário daquela "natureza" não há como subjugar os sentidos mas sim elevá-los!!

Não queira ser inexistente, aprecie e dê graças por ainda não ter perdido a capacidade de apreciar!

Bons voos!

Ah! E sinta-se à vontade para (re)visitar o meu cantinho...

Adriana



De criar e ousar a 27 de Maio de 2007 às 18:03
O poema é mesmo meu mas distraída não o assinei.

Obrigada pelo seu interesse.

Até breve


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